Biomm acelera crescimento, registra lucro líquido de R$ 11,5 milhões no 1º semestre e reafirma meta de EBITDA entre R$ 90 e 100 milhões para 2026
Expansão de vendas de insulina e disciplina financeira impulsionam os resultados, com crescimento de 172% na receita líquida e EBITDA de R$ 23,5 milhões no 1º semestre de 2026.
Nova Lima, 14 de agosto de 2026 – A Biomm S.A. (B3: BIOM3), farmacêutica brasileira focada em biotecnologia e na produção de insulinas, encerrou o primeiro semestre de 2026 (1S26) consolidando a trajetória de crescimento iniciada no último trimestre de 2025. A companhia registrou lucro líquido de R$ 11,5 milhões no período, revertendo o prejuízo de R$ 25,5 milhões apurado no primeiro semestre do ano anterior. O EBITDA consolidado alcançou R$ 23,5 milhões, ante resultado negativo de R$ 24,0 milhões no 1S25, refletindo a expansão das vendas e disciplina financeira pela administração atual. A Companhia reafirma a meta (guidance) de EBITDA entre R$ 90 e 100 milhões para 2026.
A receita líquida no segundo trimestre (2T26) totalizou R$ 89,4 milhões, um crescimento de 229% frente aos R$ 27,2 milhões registrados no mesmo período de 2025. O lucro líquido do 2T26 foi de R$ 1,8 milhão e o EBITDA atingiu R$ 11,1 milhões no trimestre. Com isso, a receita líquida acumulada no 1S26 alcançou R$ 181,9 milhões, avanço de 172% sobre o 1S25.
O desempenho no semestre foi impulsionado principalmente pela execução das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Ministério da Saúde, com destaque para a linha Wosulin® (insulina humana), responsável por 61,4% da receita líquida no período, e pelas vendas de Glargilin® (insulina glargina) nos mercados privado e público, correspondendo a 37,8% do faturamento. O período também foi marcado pela assinatura do contrato de fornecimento de insulina glargina via PDP, com valor de R$ 304 milhões para 2026, e retomada das entregas de Glargilin® para a Fiocruz/Bio-Manguinhos, em junho. O cronograma de abastecimento do SUS com Glargilin® inclui volumes crescentes planejados para o segundo semestre de 2026.
O lucro bruto consolidado alcançou R$ 69,9 milhões no 1S26, expansão de 334% frente aos R$ 16,1 milhões registrados no 1S25. O resultado reflete ganhos de escala e a otimização dos custos fixos de produção. Simultaneamente, as despesas operacionais (vendas, gerais e administrativas) somaram R$ 49,8 milhões no semestre, apresentando variação de 19% em relação ao 1S25, significativamente inferior ao ritmo de crescimento da receita líquida. A dívida bruta corporativa foi reduzida em 26,7% desde dezembro de 2025, para R$ 70,8 milhões ao final de junho de 2026.
“Os resultados do primeiro semestre confirmam nossa trajetória de crescimento acelerado combinado com disciplina financeira, o que gerou um aumento significativo de rentabilidade, registro de lucro líquido e redução do endividamento da empresa. Essa trajetória demonstra a capacidade de alavancagem operacional do negócio, com receitas crescendo acima de custos e despesas, e um potencial para continuarmos fortalecendo a geração de caixa. Essa evolução faz parte de nossa estratégia de crescimento sustentável”, afirma Guilherme Maradei, CEO da Biomm.
A disciplina financeira refletiu uma melhora significativa de R$ 35,4 milhões no caixa líquido operacional da Companhia quando comparado com o mesmo período do ano anterior, saindo de (R$ 55,2 milhões) para (R$ 22,8 milhões).
Diante do desempenho operacional acumulado, a Biomm mantém a perspectiva de alcançar um EBITDA entre R$ 90 milhões e R$ 100 milhões em 2026, sustentada pela programação de entregas de insulinas, mais concentrado no segundo semestre.
“Seguimos fortalecendo nosso posicionamento estratégico e garantindo a continuidade no fornecimento de insulinas ao sistema de saúde brasileiro, visando a ampliar o acesso de toda a população brasileira a tratamentos mais modernos e eficazes. A estrutura operacional construída e os investimentos já realizados pela companhia nos dão sustentação para continuarmos avançando na expansão do portfólio de produtos e na criação de valor cada vez maior para o mercado e para os acionistas da empresa”, complementa Guilherme Maradei.
Sobre a Biomm
A Biomm tem a missão de desenvolver, produzir e comercializar biomedicamentos com qualidade mundial, competitividade de custos e acessibilidade aos pacientes. O foco da companhia está na produção de medicamentos biológicos para o tratamento de doenças crônicas e de alta complexidade. Com sede e fábrica em Nova Lima, Minas Gerais, é pioneira no setor de medicamentos biossimilares no Brasil. A companhia é listada na bolsa de valores (B3: BIOM3). Para mais informações, acesse www.biomm.com.
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