Insulina glargina no SUS:

Acesso ampliado ao tratamento do diabetes

O Ministério da Saúde ampliou o acesso à insulina glargina. Confira!

O que mudou?

Desde janeiro de 2025, a insulina glargina está disponível no SUS para pacientes com diabetes tipo 1 em todo o Brasil. Em 2026, o acesso foi ampliado e passou a incluir também pacientes com diabetes mellitus tipo 2.

A distribuição de insulina glargina para pacientes com diabetes tipo 2 foi iniciada por meio de um projeto piloto, em andamento em 4 estados: Amapá, Distrito Federal, Paraíba e Paraná.

As mudanças são resultado de uma Parceria para Desenvolvimento Produtivo (PDP), firmada entre o Ministério da Saúde, Fiocruz, BIOMM e Gan & Lee, com o objetivo de ampliar o acesso ao tratamento e fortalecer a produção nacional de insulinas.

Saiba mais sobre os critérios de acesso à insulina glargina, de acordo com cada perfil de paciente:

Além da insulina glargina, quais insumos devem ser retirados para iniciar o tratamento?

Caneta aplicadora reutilizável Biopemm®
(a caneta deve ser solicitada na primeira retirada de insulina e não deve ser descartada - ela tem duração de 3 anos após o primeiro uso)

Importante: A caneta tem validade de até 3 anos após o primeiro uso e é reutilizável.

Carpule/ refil de insulina glargina 100UI/mL
Agulhas para aplicação diária
(1 agulha por dia/tipo de insulina/paciente)

Como armazenar os carpules/ refis e a caneta aplicadora reutilizável Biopemm®?

Carpule/refil fechado

Armazenamento:
Geladeira (evitar armazenar na porta ou próximo ao congelador).
Conservação:
2ºC a 8ºC
Validade:
Data da embalagem

Carpule/refil em uso (na caneta)

Clima local:
MENOR que 30ºC
Armazenamento:
Conjunto caneta com carpule/refil em armário/local fresco
Conservação:
Até 30ºC
Validade:
28 dias após aberto

Carpule/refil em uso (na caneta)

Clima local:
MAIOR que 30ºC
Armazenamento:
Conjunto caneta com carpule/refil dentro da geladeira e retirar 30 min antes da aplicação
Conservação:
2ºC a 8ºC
Validade:
28 dias após aberto

Caneta aplicadora reutilizável sem carpule acoplado

Armazenamento:
Em armário/local fresco
Conservação:
-40 a 70 ºC
Validade:
3 anos após o primeiro uso

Problemas com a caneta?

Se a sua caneta apresentar defeito:

Vá até o mesmo local onde retirou (UBS ou CEAF). Leve a caneta aplicadora Biopemm® e o estojo;

Se confirmado o defeito, será feita a troca;

Paciente assina termo de responsabilidade pelo dispositivo novo.

Segurança e notificações

Se perceber algum problema com o produto ou evento adverso:

Fale com nosso SAC

Fale conosco pelo telefone 0800-0572466 (segunda a sexta, das 8h às 18h), pelo e-mail sac@biomm.com ou pelo formulário do site clicando no botão abaixo.

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Vídeos explicativos

Aqui você encontra vídeos rápidos e explicativos sobre a aplicação da insulina, uso correto da caneta aplicadora, armazenamento e validade do dispositivo.

Conheça a caneta reutilizável Biopemm

Veja como funciona a caneta de aplicação da insulina glargina e por que ela pode facilitar seu dia a dia.

Montagem da caneta reutilizável Biopemm

Passo a passo para preparar a caneta corretamente antes da aplicação da insulina glargina.

Preparo da injeção e Teste de segurança

Aprenda como fazer o teste de segurança antes da aplicação da insulina glargina Biomm.

Aplicação da injeção com a insulina glargina Biomm

Demonstração prática de como aplicar a insulina glargina com segurança e tranquilidade.

Locais de aplicação e rodízio

Entenda onde aplicar e como fazer o rodízio dos locais para evitar complicações.

Armazenamento e validade

Saiba como armazenar a insulina glargina e manter sua eficácia.

Quer ver todos os detalhes da aplicação? Clique no botão e assista ao vídeo completo da caneta Biopemm®.

Converse com seu médico!

Se você tem diabetes e se enquadra nos critérios, fale com o seu médico sobre a possibilidade de iniciar o tratamento pelo SUS.

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Sou profissional de saúde

Se você tem pacientes que podem se beneficiar com uso de insulina glargina, clique nos links abaixo para ter mais informações sobre o laudo de medicamentos (LME) e informações científicas para auxiliar no momento da prescrição.

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Referências:

  1. https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/protocolos/resumidos/pcdt_resumido_diabetesmellitus_tipo1.pdf
  2. https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/daf/ceaf/faq/perguntas-frequentes-faq/o-que-e-laudo-para
  3. https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026/fevereiro/ministerio-da-saude-inicia-transicao-de-tratamento-de-diabetes-no-sus-com-ampliacao-do-uso-de-insulina-mais-moderna
  4. Nota Técnica nº 26/2026-COPAFB/CGAFB/DAF/SCTIE/MS Disponível https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/notas-tecnicas/2026/nota-tecnica-no-26-2026-copafb-cgafb-daf-sctie-ms.pdf/view acesso em 18/03/2026
    Orientações às Secretarias Estaduais de Saúde (SES) participantes do projeto-piloto (Amapá, Distrito Federal, Paraíba e Paraná) da migração gradual do fornecimento de insulinas humanas (NPH) para análogos de insulina de ação prolongada (glargina), no âmbito do Componente Básico da Assistência Farmacêutica (Cbaf), do Sistema Único de Saúde (SUS).

GLA-MAR2026-005