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Biomm triplica receita líquida no segundo trimestre

A Biomm, uma das pioneiras no setor de biomedicamentos no Brasil, viu sua receita líquida triplicar no segundo trimestre. O valor chegou a R$ 34,3 milhões, contra R$ 11,4 milhões do mesmo período do ano passado.

Esse crescimento deve-se principalmente ao início da comercialização do Ghemaxan, anticoagulante indicado, prioritariamente, para profilaxia e tratamento da trombose venosa profunda e embolia pulmonar, que reflete a evolução do portfólio de medicamentos da companhia. Além do Ghemaxan, a Biomm tem em seu pipeline o Herzuma (medicamento para câncer de mama) e Afrezza (única insulina inalável no mundo) e as insulinas Wosulin (insulina regular eNPH) e Glargilin (insulina glargina).

Ainda no trimestre, a companhia celebrou acordo com a farmacêutica norte-americana CytoDin, que prevê exclusividade para um potencial fornecimento do medicamento Leronlimabe no Brasil. “Seguimos na realização de novas parcerias estratégicas com o objetivo de ampliar seu portfólio de medicamentos biotecnológicos, incluindo a possibilidade de tratamentos relacionados a Covid-19”, afirma o CEO Heraldo Marchezini.

Parcerias firmadas no ano passado também vêm contribuindo para a evolução da farmacêutica brasileira. A Biomm mantém um acordo de exclusividade de licenciamento, fornecimento, comercialização e distribuição do medicamento biossimilar Teriparatida, indicado para o tratamento da osteoporose, junto à indiana Enzene Biosciences. Também estabeleceu parceria com a biofarmacêutica chinesa Bio-Thera, para as vendas do biotecnológico Bevacizumabe, destinado ao tratamento de diferentes tipos de câncer.

Fonte: Panorama Farmacêutico